Multinacionais e Startups procuram cada vez mais Portugal

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Analisando o mais recente relatório da Colliers International, empresa líder em gestão de investimentos imobiliários, é possível constatar que o mercado imobiliário português continua sólido e a crescer, graças ao aumento da procura de multinacionais e startups no país.

De acordo com o relatório da Colliers International, o mercado imobiliário de Lisboa e Porto vive um período de optimismo, principalmente no setor de escritórios.

Diversas multinacionais e startups procuram estas cidades para acolher as suas sedes ou departamentos em relocalização. De acordo com Gustavo Castro, responsável pelo Research da Colliers International em Portugal, o crescimento do turismo foi o principal responsável pelo aumento do interesse dos investidores nestas cidades. Exponenciou infraestruturas, a animação e a qualidade de vida, aumentando a capacidade de reter e atrair talento, a custos aceitáveis no panorama Europeu.

Como a oferta do mercado imobiliário empresarial não conseguia acompanhar a procura, os espaços coworking aumentaram nas cidades de Lisboa e Porto, de forma a combater a escassez. Lisboa é onde se encontra a maior concentração, tem perto de 60000 m² espalhados por 81 centros de coworking. O Porto ainda é um pequeno mercado, com cerca de 15000 m². Embora, comparando com Amesterdão, Londres e Varsóvia, o número de centros de coworking seja bastante inferior, mas encontra-se próximo da média da Europa, Médio Oriente e África e com preços mais baixos que os praticados nestas regiões (15% e 20%).

Efeitos do Brexit no mercado europeu

O Brexit tem provocado efeitos no investimento europeu, tendo este diminuído novamente (cerca de 15%) durante o primeiro semestre de 2019. Como era de se prever, o Reino Unido lidera a queda, seguido de perto, pela Irlanda, Alemanha e França. Mas apesar de tudo, Londres continua a ser o maior mercado Europeu de investimento, estando Paris em segundo lugar.

Suécia, Finlândia, Noruega e Rússia melhoraram o seu desempenho, tal como Espanha, aumentou 40% face ao ano anterior

Em Portugal, o Reino Unido é o quarto maior mercado para onde o país exporta bens e serviços, e que recebe milhares de trabalhadores e investidores portugueses. De acordo com a Confederação Empresarial de Portugal (CIP), durante o período de transição do Brexit, prevê-se que os efeitos potenciais que irão cair sobre a economia e as empresas portuguesas são:

  • Reduções de exportações portuguesas para o Reino Unido entre -1,1% e -4,5%;
  • Reduções de fluxos de investimento directo estrangeiro (IDE) dirigidos a Portugal entre -0.5% e -1,9%;
  • Reduções de remessas de emigrantes entre -0,8% a -3,2%.
Fonte: CIP e Colliers International

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